Acompanhe aqui as menções a professores, alunos e projetos do PPGEA nos diversos meios de comunicação.
25 DE MARÇO DE 2025 – Unifesspa aprova projeto sobre mudanças climáticas e políticas públicas na Amazônia.
- Unifesspa, em parceria com UFPA e UFOPA, aprova projeto para estudar o impacto das políticas públicas no combate às mudanças climáticas na Amazônia. Coordenada pelo professor Daniel Nogueira e apoiada pelo CNPq, a pesquisa terá duração de três anos e investigará políticas ambientais, bioeconomia e soluções sustentáveis com comunidades locais. Com a COP30 se aproximando, o estudo busca contribuir para o debate sobre preservação e desenvolvimento na região.
6 DE MARÇO DE 2025 – FEA debate sobre a bioeconomia na Amazônia
- O Projeto Bioeconomia/Fapesp/CNPq, ligado à FEAUSP, busca estudar as cadeias de valor na Amazônia, visando aumentar a competitividade a partir da biodiversidade. Durante o seminário "Bioeconomia na Amazônia a caminho da COP 30", o professor Danilo Fernandes destacou a importância de um desenvolvimento endógeno na região, defendendo o uso de tecnologias locais adaptadas às necessidades da população e ao meio ambiente, ao invés de tecnologias importadas. Ele também enfatizou a necessidade de promover a bioeconomia da sociobiodiversidade, garantindo a extração sustentável de recursos naturais sem prejudicar a biodiversidade.
31 DE DEZEMBRO DE 2024 – Dólar deve continuar alto em 2025, influenciado pelas políticas de Trump e pacotes fiscais no Brasil
- A valorização do dólar, que tem impactado diretamente os preços no Brasil, deve continuar em 2025, conforme análise do economista Douglas Alencar, professor da UFPA. Segundo ele, fatores externos, como as políticas migratórias de Trump e uma possível guerra comercial, somados à instabilidade fiscal interna do Brasil, podem sustentar a alta da moeda americana. Essa desvalorização do real, especialmente em um cenário de custos elevados com produtos importados, pode pressionar ainda mais a inflação e reduzir o poder de compra da população. Alencar destaca que o fortalecimento da relação entre Executivo e Legislativo é fundamental para restaurar a confiança dos investidores e buscar soluções fiscais que ajudem a conter a valorização do dólar. Para empresas e investidores, ele sugere estratégias de proteção contra flutuações cambiais, como a alocação de recursos em ativos atrelados ao dólar ou ao ouro.
07 DE DEZEMBRO DE 2024 – ICMS alto pressiona inflação e reduz poder de compra dos paraenses
- A recente elevação do ICMS no Pará, de 17% para 19%, tem gerado um impacto significativo sobre os preços e o poder de compra da população. Segundo o economista e professor da UFPA, Douglas Alencar, o aumento da alíquota eleva os custos de produtos e serviços, especialmente os que vêm de outros estados, reduzindo o poder de consumo dos paraenses. Alencar também alerta que a alta do ICMS contribui para a inflação, pois encarece não apenas os bens de consumo, mas também os insumos necessários para a prestação de serviços. Embora o imposto seja essencial para a arrecadação do estado, ele enfatiza que sua manutenção elevada prejudica tanto os consumidores quanto a competitividade das empresas locais. Como alternativa, o economista sugere uma reforma tributária mais profunda, focando na tributação sobre a renda, o que poderia aliviar o peso sobre bens essenciais e melhorar a qualidade de vida da população.
28 DE NOVEMBRO DE 2024 – Fapespa cria nova Rede de Bioeconomia em parceria com universidades UFPA, UNIFESSPA e UFOPA
- A Fapespa criou a "Rede Pará de Estudos sobre Contas Regionais e Bioeconomia", em parceria com UFPA, UNIFESSPA e UFOPA, para promover a bioeconomia no estado. A rede utilizará metodologias da ONU e IBGE para analisar setores da sociobiodiversidade, como o açaí, e suas contribuições econômicas. O professor Danilo Araújo Fernandes, da UFPA, ressaltou a importância de entender a bioeconomia amazônica, destacando sua capacidade de gerar riqueza e preservar a biodiversidade. O objetivo é gerar dados que orientem políticas públicas e impulsionem um desenvolvimento sustentável na região.
28 DE NOVEMBRO DE 2024 – Economistas paraenses preveem desaceleração nos setores de comércio e serviços após pacote
- O governo federal apresentou um conjunto de medidas que visam economizar até R$ 327 bilhões até 2030, abrangendo ajustes no salário mínimo, no abono salarial e uma reforma na tabela do Imposto de Renda. O economista Douglas Alencar, professor da UFPA, alertou que a limitação no aumento do salário mínimo pode ter impactos profundos na economia, especialmente no Pará. Segundo ele, essa restrição tende a desacelerar o crescimento econômico, prejudicar a redução da desigualdade social e afetar negativamente setores como comércio e serviços. Alencar também destacou que, embora a medida no Imposto de Renda, ao isentar rendas de até R$ 5 mil, possa ampliar o consumo entre as classes mais baixas, o pacote como um todo é regressivo e não resolve os problemas estruturais da economia, sendo crucial, segundo ele, uma reforma tributária mais abrangente.
19 DE MARÇO DE 2024 – Brasil tem risco baixo de ser afetado por falência de bancos, afirma pesquisador
- A recente crise bancária global, com falências e desvalorização de grandes instituições como o Silicon Valley Bank e o Credit Suisse, tem gerado incertezas no mercado. No entanto, o professor Douglas Alencar, da UFPA, acredita que o Brasil está em uma posição privilegiada. Segundo ele, o sistema bancário nacional é um dos mais regulados do mundo, o que oferece maior segurança diante de crises externas. Alencar destaca que, apesar dos efeitos globais, a resposta eficaz dos Bancos Centrais, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, pode minimizar os impactos. Ele ainda sugere que investidores, ao buscar maior estabilidade, podem optar por redirecionar seus recursos para o mercado financeiro brasileiro, que permanece robusto e seguro.
14 DE MARÇO DE 2024 – Distrito de Inovação e Bioeconomia de Belém (DIBB) é lançado com assinatura do início da reforma de edifício-sede
- O Distrito de Inovação e Bioeconomia de Belém (DIBB), lançado pela Prefeitura de Belém em parceria com o WRI Brasil, visa transformar a região central da cidade em um centro de inovação focado na bioeconomia. O projeto busca incentivar negócios sustentáveis e valorizar saberes tradicionais. Cláudio Puty, secretário de Planejamento e Gestão, ressaltou a importância do DIBB para o desenvolvimento econômico e social de Belém, promovendo a integração entre inovação e sustentabilidade, e gerando benefícios para as pessoas e o meio ambiente.
20 DE JULHO DE 2023 – Nova economia da Amazônia: durante lançamento de relatório, Helder destaca avanços do Governo do Pará
- O lançamento do relatório "Nova Economia da Amazônia", realizado em Belém, destacou a importância da preservação da floresta como um motor para o desenvolvimento sustentável da região. O estudo, coordenado pelo WRI Brasil com a colaboração de mais de 70 pesquisadores, revela que investir em atividades livres de desmatamento e de baixo carbono pode gerar um crescimento econômico mais inclusivo e qualificado até 2050. O professor Danilo Fernandes, com sua valiosa contribuição, reforçou a relevância da bioeconomia e a necessidade de integrar ciência, tecnologia e cultura para fortalecer alternativas econômicas sustentáveis. O evento também contou com as palavras do governador Helder Barbalho, que sublinhou o papel do Pará na liderança do debate ambiental, e do secretário Mauro O' de Almeida, que ressaltou o legado ancestral da bioeconomia na Amazônia.
12 DE FEVEREIRO DE 2023 – Desenvolvimento sustentável e cooperação internacional
- A Amazônia necessita de um plano de desenvolvimento regional que priorize a sociobiodiversidade, aliando preservação e produção sustentável. Embora a COP 27 tenha avançado em alguns aspectos, a urgência de ações concretas contra a mudança climática é clara. A cooperação internacional tem sido importante, com contribuições como a da Alemanha ao Fundo Amazônia, mas os recursos devem ser aplicados de forma estratégica para fortalecer a economia local sem comprometer a floresta. Os professores Danilo Fernandes e Harley Silva ressaltam a importância de integrar conhecimento tradicional e científico, promovendo a bioeconomia ecológica e a participação das populações locais na construção de alternativas de desenvolvimento.